História da Ibogaína - Clínica IBTA 
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História da Ibogaína

História da Ibogaína


Apesar de muitos relatos de sucesso de tratamento com a Ibogaína contra as drogas, sua aprovação tem sido lenta.

Relatórios sugerem que a Iboga é uma espécie de planta protegida pois pode estar sendo ameaçada de extinção em seu habitat natural.

A iboga está sujeita aos termos da convenção das Nações Unidas sobre a diversidade biológica onde 196 países fazem parte (excluídos os EUA e o Vaticano).

Sobre o comércio internacional da Ibogaína, houve um tratado de Nagoya garantindo acesso e benefícios para os detentores do conhecimento relacionado 65 países signatários deste tratado, sendo assinado em 12/10/14.
1885 - 1901 - Uso da Iboga em cerimônias religiosas.
1901 - 1905 - A Iboga é isolada e cristalizada (casca da raíz).
1939 - 1970 -  Iboga recomendada para astenia dosagem de 10 - 30mg por dia.
A Ibogaína era vendida como Lambarene, estimulante neuromuscular, recomendado para fadigas, depressão, recuperação de doenças infecciosas.
1955 - Harris Ibel - Administra doses de Ibogaína de até 300mg no Centro de Pesquisas dos EUA em Lexington em 08 pacientes desintoxicados ao uso de morfina.
1962 - 1963 - Lotsof administra Iboga 01 a 09 indivíduos de 06 - 19 mg/kg sendo 07 dependentes de opiáceos, observou um resultado benéfico para os pacientes.
1969 - Narranjo (psiquiatra) recebe uma patente francesa para uso psicoterapeuta do uso de iboga de 04 - 05 mg/kg.
1970 - Comitê Mundial da Saúde Classifica Iboga como alucinógeno, atribuí a classificação 1 (FDA) substância que pode causar dependência química e colocar em perigo a saúde humana.
O comitê Olímpico proíbe a Ibogaína potencial agente de doping.
O Lambarene é proibido.
1985 - Howard Lotsof recebe a patente dos EUA, indicadas para dependência de opiáceos, nicotina, cocaína.
1988 - 1994 - Holandeses são tratados com Ibogaína fora do ambiente hospitalar, envolvendo a coalizão (DASU - Addict Self Help Holandês) e (NIDA - Instituto Nacional sobre abuso de drogas).
Dá início a um projeto da Ibogaína sobre sua toxicidade, pré clínico e desenvolvimento de um protocolo humano.
1990 - 2001 - Se torna cada vez propício com a Ibogaína de um tratamento alternativo.
1994 - 1995 - Começou os ensaios de ibogaína em animais.
2008 - 2018 - Ibta, primeiro Instituto a desenvolver o tratamento com ibogaína, tendo até 70% de recuperação (Pioneiro no protocolo de 5 dias com a Iboga).
2017 - Proposição - Assis Carvalho (PT /PI)
Solicita informações ao ministério da saúde sobre o tratamento fitoterápico para Dependência Química no Sistema Único de Saúde em especial quanto ao uso de Ibogaína.
2013 - Estudo da Unifesp o primeiro no Brasil sobre Ibogaína com 70% de recuperação entre 75 dependentes químico, entre usuários de crack, cocaína, maconha e álcool.

“Pelo que observamos, a Ibogaína é hoje a melhor opção contra o vício.” Diz médico Bruno Rosmussen Chaves, um dos autores do estudo.



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